terça-feira, 25 de agosto de 2015

13. "Smoking, drinking, sex no thinking that today I might get it right"

"Cause everything below your neck killin' everything next it's murder, murder (...)
So come on and leave me cause the deeper you take me the better
You killin' me softly but we can go as hard as you want to
Bed's way under the ground, under the ground
And I'll be down and throw it at that level"


Os boys tinham sido indicados em uma premiação e ele ia representar o grupo com mais dois deles e as esposas. Sim, as esposas. Se um deles escolhe levar, todos devem levar pra que ninguém pareça estar em crise. Fui trabalhar contra  a minha vontade. Era estranho. Preferia não ficar no mesmo lugar, quando possível. Os eventos em Los Angeles eram certos de ter as mulheres deles presentes. Acabada a premiação ainda teve uma after party para qual fomos todos convidados mas os meninos fizeram apenas o red carpet e foram embora pouco tempo depois da festa ter começado realmente. Eu fiquei na festa porque era demais andar juntos o tempo todo.
(...)
Ainda não tinha me hospedado diretamente. Minha mala foi para o quarto e eu tinha me arrumado em outro lugar. Cheguei à recepção para pegar a chave do quarto. 16º andar. O mesmo que os meninos estavam. Ok. Subi e quando coloquei o cartão na porta ouvi a voz dele. Estava rindo... estava perto... dei uns passos em direção à porta ao lado. Era coincidência ou brincadeira? Não acredito que ele tinha feito isso. Fiquei mais desanimada que antes. Queria ouvir a voz dele apática ali sentada no sofá e em silêncio. Esperava sim ouvir ele falar. Ficou tudo calmo depois de um tempo e eu continuava com o vestido, sapato, brincos, tudo. Queria piscar e estar em outro lugar. Eu deveria ter ido pra casa ao invés de me colocar nessa situação... era pouco mais de 1 hora dirigindo. Enfim, soltei o cabelo, tirei os brincos... Um banho iria me ajudar a relaxar. Bateram na porta. Serviço de quarto. Champanhe e uma taça? Que brincadeira é essa? Era um sinal dos céus pra esquecer esse dia? Aceitei. Pensei que seria bom mesmo beber. Isso era coisa dele, cara! Mas esse prêmio de consolação ainda não era suficiente quando a mulher do outro lado, não sei como ou se ela era causa, tirava risadas dele. Bebi uma taça e levantei do sofá pra ir pro banho. Bateram na porta. Outra bebida? Não. Era ele. Ai. Dei um passo pra trás e deixei a porta entreaberta com ele do lado de fora ainda. Eu falei baixinho: "What the hell are you doing here? Are you and your wife in the room next door?". Não tinha reparado ainda que ele estava com outra taça na mão. Ele veio em direção à porta e disse "Please let me in. I came to spend the night with you". Deixei ele entrar e fechei a porta. Eu falei: "Alex, you must be kidding! This is not gonna happen. Not at all!". Ele me ignorou e tratou de completar minha taça de novo. Eu estava com tanta raiva e surpresa que não conseguia pensar em nada de bom pra esse momento.
(...)
Como eu, ele ainda não tinha trocado de roupa. Poxa, ele estava tão incrível naquela noite. De tirar o fôlego! Se eu continuasse olhando pra ele, ia começar a achar muita coisa boa. Adorava ele arrumado assim. Ele chegou perto e quis me abraçar. Falou no meu ouvido "Are you up for something daring?" Me beijou. "Risky?" Beijo. "Saucy?" E totalmente sem credibilidade, já arrepiada, eu disse: "don't get started what cannot be finished". Ele foi me levando pra parede que era a mesma do quarto ao lado. Gente, era muito louco! Essa coisa proibida devia mesmo deixá-lo muito doido, pq cada vez ele chegava mais perto de ser descoberto. Primeiro me levar pra casa dele e agora isso! Eu encostei na parede tomando cuidado pra não fazer nenhum barulho. Ele beijou meu pescoço e sabia que o calor dele me derretia. Procurou o zíper do vestido e não achou.  Então foi puxando a saia do vestido até conseguir colocar a mão embaixo dele. Quando ele chegou onde queria, prendeu minhas duas mãos com a dele no alto da minha cabeça. O que ele fazia e o medo de fazer barulhos suspeitos me dava arrepios. Dava vontade de chorar por não poder gritar. Desabotoei a camisa dele, abri a calça e ele achou o zíper do vestido enfim. Ele me apertou na parede e me pegou no colo. Eu ainda não tinha tirado os sapatos e nem o batom. Quer dizer, ele já tinha bagunçado meu batom sim. Quando ele me encostou na parede fez barulho. Ohhh. A gente  se olhou e eu disse: "we shouldn't..." ele: "shhh, it gets me so turned on" e fechou os olhos. A partir daí, os sons que se ouviam da gente enquanto ele me levantava na parede eram só sussurros, respiração e pele. Mordi o ombro dele e deixei marcas nos braços de tt apertar. Ele saiu do quarto rindo, ainda vermelho com a blusa amarrotada e levando os sapatos nas mãos.


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